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Como o UX Design e a usabilidade podem impactar o seu negócio

Muito tem se falado por aí sobre UX Design, mas uma expressão nunca foi tão mencionada na história do mundo corporativo: é a tal usabilidade. Foi-se o tempo em que ainda era possível deixar um site na mão de um sobrinho. No mercado competitivo de hoje quem não entrega um serviço acima do nível convencional já perdeu espaço para os concorrentes.

Mas por que o UX Design causa tanto impacto no seu negócio?

É porque ele está diretamente ligado à percepção de Experiência do Usuário (ou em inglês, User experience) que é a sensação ou sentimento que alguém tem de um determinado serviço, produto ou site ao experimentá-lo.

Definitivamente, a forma com que você pensa e entrega usabilidade por meio dos seus produtos e serviços impacta positiva ou negativamente a visão que o seu cliente terá da sua marca. Veja alguns critérios que podem ajudar a definir o que é uma boa usabilidade:

  • O produto ou serviço é fácil de aprender e exige pouco treinamento?
  • O produto ou serviço é fácil de memorizar?
  • O produto ou serviço aumenta a produtividade?
  • A interface permite que o usuário realize uma tarefa mais rápido?
  • O produto ou serviço diminui a quantidade de erros ou permite corrigi-los de forma fácil?
  • O produto ou serviço aumenta a satisfação do usuário e a interface do site ou aplicativo transmite confiança e segurança?

Numa loja virtual (ou e-commerce), por exemplo, detalhes como: ter um campo de busca eficiente e fácil de ser encontrado ou construir uma página de checkout com etapas mais objetivas e claras que mostrem para o comprador informações relevantes como o valor do frete no carrinho de compras, podem parecer muito simples, mas fazem toda a diferença na hora de converter uma venda e fidelizar um cliente.

Por outro lado, quem nunca se sentiu incomodado ao entrar em um site pelo smartphone e ser interrompido por um banner gigante que mal permitia ver o conteúdo do site ou uma propaganda pop-up intrusa, cujo botão “fechar” era tão minúsculo que era mais fácil desistir e fechar o navegador?

No caso dos produtos, elementos que favoreçam à intuitividade e interfaces amigáveis e fáceis de usar sempre são bem-vindos. Isso explica, por exemplo, as filas quilométricas nas lojas da Apple, que, na visão de sua legião de fãs, entrega eletrônicos eficazes, eficientes e agradáveis.

Este é um bom exemplo de como o Design UX bem aplicado transforma positivamente a experiência do usuário.

scrolling idle hands GIF by Geo Law
Art by @georgelaw


Esses são alguns sinais de como a falta do planejamento em UX Design traz prejuízos reais para um negócio, afinal o consumidor de hoje tende a ser impaciente e exige que conheçamos a fundo suas preferências e o seu comportamento. Ele não tolera erros, deslizes ou experiências ruins, pois o tempo dele é precioso e precisamos ocupá-lo de forma inteligente. Ele espera que o surpreendamos e que antecipemos aquilo que ele deseja ver, ouvir, comprar.

Não é a toa que 90% dos usuários ficam incomodados quando um site tem baixa performance e que 70% dos usuários vão para outro site se não encontram o que procuram logo de cara. Outros estudos comprovam que 44% reclamam que a navegação em algum site foi difícil.

E quando falamos dos dispositivos mobile, o nível de exigência pode ser maior: 46% dos usuários móveis relataram ter dificuldade de interagir com uma página web e apenas 200 aplicativos se mostram realmente úteis para os consumidores ou dominam todo o mercado de marketplaces. Além disso, 95% dos 50 milhões de apps baixados por pessoas no mundo são abandonados dentro de 1 mês.

Não precisamos nem falar que depois de uma péssima experiência de usabilidade o usuário vai embora do site e talvez nunca volte.

É por isso que pensar a usabilidade do seu site é uma estratégia essencial que melhora radicalmente a experiência do seu usuário e contribui diretamente para construir a imagem (e a reputação) que você deseja ter diante do seu cliente.

Pensar o contexto de usabilidade do seu site, produto ou serviço será fundamental, afinal o cliente precisa conseguir usar (e querer voltar a usar) seu produto quando a necessidade (ou o impulso) bater à porta.